Gramática - cartões de leitura.txt

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Author:
salenka
ID:
131153
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Gramática - cartões de leitura.txt
Updated:
2013-01-02 20:41:02
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português gramática
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Tópicos de gramática da língua portuguesa. Fontes: Gramática Online. Disponível em: http://www.gramaticaonline.com.br. Acesso em 30JAN2012. Português na Rede. Disponível em: http://www.portuguesnarede.com/2011/03/complemento-nominal-x-adjunto-adnominal.html. Acesso em 30JAN2012.
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  1. Orações Subordinadas Substantivas:
    • Desenvolvidas conexas
    • Desenvolvidas sem conectivo
    • Reduzidas
    Orações substantivas desenvolvidas (não reduzidas de infinitivo) conexas são introduzidas pelas conjunções imtegrantes QUE e SE, ou COMO (= que)

    "Aposto COMO não acreditas nas suas palavras"

    "Peça-lhe QUE viva, QUE se case, e QUE me esqueça"

    Pode haver elipse da conjunção QUE:

    "É impossível não saibas disso."

    OBS.: Essas conjunções não têm outra função sintática que a de conectivo.

    ======================

    Orações substantivas desenvolvidas não conjuncionais são introduzidas por pronome indefinido, pronome ou advérbio interrogativo ou exclamativo.

    "Lúcio compreendeu COMO (de que maneira) a beleza era pérfida."

    "QUEM espera alcança."

    "Sê útil mesmo a QUEM não conheces."

    "Não sabe COMO (de que maneira) perdeu a sua mosca azul."

    OBS.: no último exemplo, COMO exerce, na oração objetiva direta, a função de adjunto adverbial de modo, não apenas de conectivo.

    ======================

    Orações substantivas reduzidas (de infinitivo):

    "Primeiramente convinha TOMAR fôlego."
  2. Se uma propriedade se refere a sujeitos diversos, deve manter-se no singular --inclusive as partes do corpo, se unitárias.
    Enganos:

    "O governador Alckmin recebeu as visitas dos deputados..." (a visita)

    "O técmico decidiu-se pelas entradas dos jogadores..." (pela entrada)

    "Eles balançaram as cabeças em aprovação." (a cabeça)

    "Elevemos os corações ao céu" (o coração)

    MAS...

    "Elevemos as mãos para o céu."
  3. Pronomes oblíquos átonos devem ser colocados antes do verbo (próclise) em orações nas quais há:
    Palavras negativas e advérbios (não, nem, ainda, assaz, bastante, bem, já, jamais, mais, mal, muito, menos, pouco, quanto, quase, quiçá, sempre, só, talvez, tanto, etc.)

    Conjunções (quando, enquanto, etc.)

    Pronomes relativos (que, quem, cujo, etc.)

    Pronomes pessoais (eu, tu, etc.) em muitos casos.

    Mas o infinitivo verbal não flexionado tem força para neutralizar a tendência à próclise: "impossível não se irritar"
  4. Uso de "lhe", "lhes" e de "o(os)", "a(as)"
    Distração comum é o uso de "lhe", "lhes" em lugar de "o(os)", "a(as)" com verbos transitivos diretos, que rejeitam preposição. O "lhe" substitui complementos com preposição. Nada de "Eu lhe amo", "Conheceu-lhe na rua". O correto é: "Eu a amo", "conheceu-o na rua".

    Nada de "Eu lhe amo", "Conheceu-lhe na rua". O correto é: "Eu a amo", "conheceu-o na rua".

    Há verbos que rejeitam o "lhe", mesmo sendo transitivos indiretos: "aludir", "aspirar", "assistir" (como presenciar) e "recorrer". Em tais casos, usa-se "a ele", "a ela".
  5. O verbo concorda com o sujeito, mesmo posposto:
    "Chamam-me a atenção os desdobramemtos."

    "Bastam seis documentos para efetuarmos..."

    "Existem, que se saiba, bons motivis..."

    "Vivam os reis!"

    "Faltam dez minutos para terminar a sessão."
  6. Concordância do verbo de ligação "ser"
    QUANDO HOUVER NOME PRÓPRIO, o verbo de ligação concorda com a pessoa:

    "Marlene era só dores."

    "O Brasil somos nós."
    • Concordância do verbo De ligação "ser" (1):
    • QUANDO HOUVER NOME PRÓPRIO, o verbo de ligação concorda com a pessoa:

    "Marlene era só dores."

    "O Brasil somos nós."

    • Concordância do verbo De ligação "ser" (2):
    • QUANDO NÃO HOUVER NOME PRÓPRIO, o verbo de ligação concorda primeiro com a pessoa, depois com o plural, não importaConcordância do verbo De ligação "ser" (2):
    • QUANDO NÃO HOUVER NOME PRÓPRIO, o verbo de ligação concorda com o plural, não importa qual for o sujeito ou predicado:

    "O pior foram suas acusações."

    "O resto são lembranças."

    "Suas certezas são o problema."
  7. Pronome SE apassivador X índice de indeterminação do sujeito
    O pronome "se" é partícula apassivadora quando acompanha verbo transitivo direto sem preposição. Para saber se ocorre partícula apassivadora, transforma-se a oração em Passiva Analítica:

    "Alugam-se casas" > "Casas são alugadas"

    "Devem-se cobrar resultados" > "Resultados devem ser cobrados"

    Na oração passiva analítica o sujeito é ente INANIMADO ou PACIENTE da ação verbal.


    Pronome SE apassivador X Índice de Indeterminação do sujeito

    Nessa estrutura o pronome "se" aparece ao lado das preposições "a", "com", "de", "em", "para" na oração de sujeito indeterminado:

    • "Precisa-se de candidatos honestos."
    • "Trata-se de políticos decentes."
    • "Necessita-se de alunos aplicados."
    • "Sofre-se com os preços altos."
    • "Acreditou-se em mentiras políticas."

    Abaixo, um exemplo em que se confundiu o "se" apassivador com o "se" indicador do sujeito indeterminado:

    "Criaram-se as condições ideais para as reformas, aplicaram-se as pressões adequadas, mas recorreram-se às fórmulas erradas."

    O certo seria: "Criaram-se as condições ideais para as reformas, aplicaram-se as pressões adequadas, mas recorreu-se às fórmulas erradas."

    I.e., as condições são criadas, as pressões são aplicadas, mas recirre-se "a" alguma coisa. As fórmulas não podem ser recorridas.
  8. O verbo HAVER sempre fica na 3.a pessoa do singular quando tem os sentidos de:
    Existir, ocorrer, decorrer, fazer (tempo).

    Os verbos que "haver" impessoal substitui (exceto "fazer" temporal) variam normalmente: "Ocorriam assaltos", "Existem bons repórteres."
  9. Verbo HAVER se referindo a data passada
    Usa-se o pretérito imperfeito "havia" e não o presente "há":

    "Lenise estava nawuela escola havia (fazia) dez meses."

    "Havia (fazia) três anos que começara a trabalhar."

    "Esbofeteara o sócio havia (fazia) dois meses."
  10. As orações substantivas classificam-se em:
    • • Subjetivas (função de sujeito)
    • • Objetivas diretas
    • • Objetivas indiretas
    • • Completivas nominais
    • • Predicativas
    • • Apositivas
    • • Com função de agente da passiva
  11. Coletivo de garimpeiros
    Bandeira
  12. Coletivo de borboletas
    Panapaná
  13. Coletivo de fogos de artifício
    Girândola
  14. Coletivo de desordeiros
    Malta
  15. Coletivo de atletas, animais de raça
    Plantel
  16. Coletivo de pessoas desonestas
    Súcia
  17. Formação de plural em substantivos compostos. Flexionam-se:
    Substantivos, numerais, adjetivos e pronomes sem preposições entre eles:

    Ex.: primeiros-ministros
  18. Formação de plural em substantivos compostos. Não se flexiona:
    Quando o segundo elemento limita ou determina o primeiro. Ex.:

    Canetas-tinteiro, peixes-boi

    Verbos, advérbios e demais palavras invariáveis. Exemplo:

    Vira-latas

    Elementos ligados por preposição (só o primeiro elemento é flexionado). Ex.:

    Mulas-sem-cabeça

    Palavras repetidas ou onomatopaicas. Ex.:

    Pingue-ponges, reco-recos
  19. Locução adjetiva
    Grupo de duas ou mais palavras (com valor de adjetivo) que caracteriza o substantivo. A locução adjetiva é formada de preposição ou contração. Ex.:

    Cadernos "do pacote".

    [ "Veio do pacote" não há locução adjetiva pois não caracteriza o substantivo]
  20. Locução adverbial
    Duas ou mais palavras que exercem função de advérbio. Ex.:

    • • De causa: Morreu de fome
    • • De meio: Andou de carro
    • • De instrumento: Cortou-se com a tesoura
    • • Companhia: Foi ao centro cim a prima
    • • De condição: Sem aplicação; Não chegarás
  21. Pronome de Tratamento

    Vossa Senhoria
    • V. Sa.
    • V. Sas.

    Pessoas de cerimônia; textos.
  22. Pronome de Tratamento

    Vossa Excelência
    • V. Exa.
    • V. Exas.

    Altas autoridades; governo.
  23. Pronome de Tratamento

    Vossa Eminência
    • V. Ema.
    • V. Emas.

    Cardeais.
  24. Pronome de Tratamento

    Vossa Alteza
    • V. A.
    • VV. AA.

    Príncipes.
  25. Pronome de Tratamento

    Vossa Reverendíssima
    • V. Rev.ma
    • V. Rev.mas

    Sacerdotes.
  26. Pronome de Tratamento

    Vossa Magnificência
    • V. Maga.
    • V. Mag.as

    Reitores.
  27. Pronome de Tratamento

    Vossa Majestade
    • V. M.
    • VV. MM.

    Reis e rainhas
  28. Pronome de Tratamento

    Vossa Santidade
    V. S. (sem plural)

    Papa.
  29. Dêixis, dixis, dêutico
    Propriedade que têm alguns elementos lingüísticos, tais como pronomes pessoais e demonstrativos, de fazer referência ao contexto situacional ou ao próprio discurso, em vez de serem interpretados semanticamente por si sós; referência.
  30. Advérbios

    Advérbios podem exercer a função de sujeito.
    • - Hoje e amanhã são dias de festa.
    • - Ontem foi um dia péssimo
    • - Amanhã será outro dia.
    • - Aqui é o melhor lugar do mundo.
    • - continua um paraíso.

    No entanto:

    - onde morei mora agora meu cunhado.

    é antecedente do relativo onde e tem a função de adjunto adverbial.

    Nos primeiros exemplos, não há preposição implícita porque os dêiticos estão na função de sujeito. No último exemplo tem implícita a preposição em.
  31. Frase X Oração
    Frase é um conjunto de palavras que tem um sentido completo.

    • O tempo está nublado.
    • Socorro!
    • Que calor!

    Oração é a frase que apresenta verbo ou locução verbal.

    • A fanfarra desfilou na avenida.
    • As festas juninas estão chegando.
  32. Predicado Nominal
    Constitui-se de verbo de ligação + predicativo do sujeito.

    • Nosso colega está doente.
    • A moça permaneceu sentada.
  33. Predicado Verbal
    Constitui-se de verbo intransitivo ou transitivo.

    • O sabiá voou alto.
    • [intr.]
    • Ele precisa de um esparadrapo.
    • [trans. ind.]
    • Damos uma simples colaboração a vocês.
    • [trans. dir. e ind.]
  34. Intransitividade dos verbos que indicam destino e procedência
    Os verbos que indicam destino e procedência são verbos intransitivos, comumente acompanhados de circunstância de lugar - adjunto adverbial de lugar.

    São eles: ir, vir, voltar, chegar, cair, comparecer, dirigir-se... Esses verbos admitem as preposições a, para e de.

    Assim, aparentemente, o verbo ir apresenta complementação, pois quem vai, vai a algum lugar, porém lugar é uma circunstância e não complementação:

    • Governador diz que irá a Brasília para reunião.
    • O avião caiu ao mar.
  35. Verbos de ligação e predicativo do sujeito
    Verbo de ligação é aquele que indica a existência de uma qualidade do sujeito, sem que ele pratique uma ação nem que participe ativamente de um fato.

    • Investimento direto será menor no próximo ano.
    • Matéria-prima fica mais cara.
    • Sônia parece abatida.
    • Vera e Gustavo permanecem felizes.

    Essa qualidade do sujeito, ou estado, ou modo de ser, é chamada predicativo do sujeito, e também pode estar presente em verbos que indicam ação:

    Seleção volta abatida da Ásia.
  36. Orações reduzidas
    É aquela que tem o verbo numa das formas nominais: gerúndio, infinitivo e particípio.

    • Penso estar preparado.
    • (Penso que estou preparado)

    • Dizem ter estado lá.
    • (Dizem que estiveram lá)

    • Fazendo assim, conseguirás.
    • (Se fizeres assim, conseguirás)

    • É bom ficarmos atentos.
    • (É bom que fiquemos atentos)

    • Ao saber disso, entristeceu-se.
    • (Quando soube disso, entristeceu-se)

    • É interessante estudares mais.
    • (É interessante que estudes mais)

    • Saindo daqui, procure-me.
    • (Quando [eu/você] sair daqui, procure-me)
  37. Complemento nominal x Adjunto adnominal
    1) o complemento nominal se liga a substantivos abstratos, a adjetivos e a advérbios; o adjunto se liga a substantivos abstratos ou concretos.

    2) o complemento nominal tem sentido passivo, ou seja, recebe a ação expressa pelo nome a que se liga; o adjunto tem sentido ativo, isto é, ele pratica a ação expressa pelo substantivo modificado por ele.

    3) o complemento nominal sempre é iniciado por preposição; o adjunto, às vezes.

    4) o complemento não expressa ideia de posse; o adjunto frequentemente indica posse.

    • As casas de madeira são ótimas no inverno.
    • adjunto adnominal

    • Ele é igual ao pai.
    • complemento nominal

    • Amor de mãe é eterno.
    • adjunto adnominal

    • O amor à mãe é sagrado.
    • complemento nominal

    Quando substituímos um substantivo por um pronome, os adjuntos adnominais desaparecem:

    As esplendorosas paisagens do litoral brasileiro deixam os turistas estrangeiros extasiados.

    • núcleo = paisagens
    • Elas deixam os turistas estrangeiros extasiados.

    • núcleo = turistas
    • As esplendorosas paisagens do litoral brasileiro deixam-nos extasiados.

    Obs.: extasiados = predicativo do objeto.

    Os pronomes oblíquos átonos me, te, lhe, nos, vos e lhes funcionarão como complemento nominal, quando possuírem o valor de a alguém, não provindo a preposição do verbo.

    • Tenho-lhe respeito.
    • (Tenho respeito a alguém)

    Notar que a preposição a não vem do verbo (ter) mas do substantivo respeito.
  38. Predicativo do sujeito e Predicativo do objeto
    • O predicativo do sujeito...
    • - prende-se a um verbo de ligação, que une o predicativo ao sujeito.
    • - será sempre o núcleo do predicado nominal.

    Marilene é apenas uma brasileirinha valente.

    Uma maneira prática de se identificar o predicativo do sujeito é excluir o verbo de ligação e observar se na oração continua a existir uma unidade significativa:

    Minha namorada está atrasada. / Minha namorada atrasada.

    O predicativo do sujeito também entra na constituição do predicado verbo-nominal:

    • O trem chegou atrasado. / O trem chegou (e estava) atrasado.
    • Ela voltou para casa tranquila. / Ela voltou para casa (e estava) tranquila.


    O predicativo do objeto...

    - geralmente do objeto direto e, mais raramente do indireto. Segundo Celso Luft (Moderna Gramática Brasileira, 2002, p.54), "não existe predicativo do objeto indireto. O exemplo, único, que se costuma dar é chamar – a alguém X. Esse a alguém (a Pedro, etc.) é simplesmente um objeto direto preposicionado: a preposição é suprimível; e desse objeto direto regido do a facultativo tira-se um lhe analógico, falso objeto indireto: um lapso consagrado pelo uso: Chamar a alguém poeta => Chamar-lhe (= chamá-lo) poeta".

    • • Acho os teus direitos indiscutíveis.
    • • O Juiz julgou o réu culpado.
    • • Nós julgamos o fato milagroso.
    • • Maria comprou rosas perfumadas.
    • • Ele acha-se um gênio.
    • • Os policiais pediam calma absoluta.

    O predicativo do objeto direto pode vir regido de preposição (facultativa):

    • • Alguns chamam o rapaz (de) impostor.
    • • Muitos consideram o professor (como) um sábio.
  39. Sujeito oracional
    Quando o sujeito da oração é toda uma oração.

    "É bom que todos compareçam"

    • 1ª oração: É bom
    • 2ª oração: que todos compareçam

    O que é bom? - Que todos compareçam.

    Obs. Em análise sintática, esta oração é classificada como Subordinada Substantitva Subjetiva.
  40. Predicado verbo-nominal
    • - Possui núcleo verbal (int./trans.) e predicativo (do sujeito ou do objeto).
    • - Indica ação ou atividade do sujeito e uma qualidade.

    O predicado é verbo-nominal porque seus núcleos são um verbo, que indica uma ação praticada pelo sujeito; e um predicativo do sujeito, que indica o estado do sujeito no momento em que se desenvolve o processo verbal.


    • Joana partiu contente.
    • SUJ - V.INT. - pred. do sujeito

    • A despedida deixou a mãe aflita.
    • SUJ - V.T. - O.D. - pred. do objeto

    • Os alunos cantaram emocionados aquela canção.
    • SUJ. - V.T. - pred. do sujeito - O.D.

    Obs.: o predicativo do objeto normalmente se refere ao objeto direto. Ocorre predicativo do objeto indireto com o verbo chamar. Assim, vem precedido de preposição. Ex.:

    • Todos o chamam de irresponsável.
    • Chamou-lhe ingrato. (Chamou a ele ingrato.)
  41. Objeto direto preposicionado
    É uma subclassificação do Objeto Direto e surge quando o verbo é transitivo direto, mas o complemento aparece antecedido de uma preposição (suprimível).

    A preposição aparece para maior clareza, harmonia, ou para dar ênfase à expressão.

    • Judas traiu a Cristo.
    • As bruxas beberam de suas poções.

    Algumas vezes o emprego da proposição antes do objeto direto é obrigatório:

    1) Antes dos pronomes oblíquos tônicos: mim, ti, si, nós, vós, ele(s), ela(s), quando ligados a VTD:

    Viu a mim no mercado.O salva-vidas observou a nós na piscina.

    2) Com o pronome quem, desde que o antecedente esteja expresso na oração:

    Chegou o João, a quem não esperávamos.

    3) Para evitar dúvida no entendimento da frase:

    Venceram aos japoneses os estadunidenses.
  42. Partícula expletiva ou de realce
    É o nome dado a termos da oração considerados redundantes, desnecessários à frase, mas que dão forçca, graça, a ela.

    • Podem ser retirados da frase sem prejuízo algum a ela.
    • Exemplos

    • Olha só o que aconteceu!
    • (Olha o que aconteceu)

    • Ela foi-se embora revoltada.
    • (Ela foi embora revoltada)

    • Vou-me embora pra Passárgada.
    • (Vou embora pra Passárgada)

    • Foi ela que me falou de você.
    • (Ela me falou de você)

    • Nós é que tivemos de nos desculpar.
    • (Nós tivemos de nos desculpar)

    • Eles que denunciaram o amigo.
    • (Eles denunciaram o amigo)
  43. Pronome Relativo x Conjunção Integrante
    Eis as seguintes frases:

    • (1) Já li o livro que me deste.
    • (2) Já sei que gostas de mim.

    Na frase (1), o que é um pronome relativo. É pronome, porque está em vez dum nome, isto é, de livro. É relativo, porque está em relação com livro, refere-se a livro.

    • Este que é equivalente a o qual:
    • que me deste = o qual me deste.

    Vê-se claramente o seguinte: este que é o complemento (ou objecto) directo de deste.

    Na frase (2), o que é uma conjunção integrante. É uma conjunção (com + junção), porque faz a junção (a ligação) de uma oração com outra. E é integrante, porque introduz uma oração integrante: que gostas de mim.

    Esta oração chama-se integrante, porque integra (completa) outra oração, a anterior.

    Compreende-se perfeitamente, porque ela é o complemento direto da forma verbal sei.

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