Coletânea - Regulamentos/DS - Testes 01 à 05

Card Set Information

Author:
Will.Jr
ID:
272356
Filename:
Coletânea - Regulamentos/DS - Testes 01 à 05
Updated:
2014-05-01 03:47:25
Tags:
regulamentos01a05
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Coletânea - Regulamentos/DS
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Coletânea - Regulamentos/DS - Testes 01 à 05
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  1. A posição crítica que normalmente as aeronaves recebem da TWR a autorização de decolagem é a de número:
    2
  2. Com o objetivo de chamar a atenção para a aeronave entre o pôr e o nascer do sol, ou em qualquer outro período julgado necessário, todas as aeronaves em voo deverão exibir:
    luzes anticolisão
  3. Não deve ser utilizada nas comunicações bilaterais entre aeronave e órgão ATS a palavra:
    câmbio
  4. Em CTR classe B, com a finalidade de prover separação entre os voos VFR e IFR, as aeronaves recebem o serviço de:
    controle de aproximação
  5. Na prestação do ALRS, quando se receber informações que indiquem que as condições operacionais da aeronave são anormais, mas não indicando que seja possível um pouso forçado, caracteriza fase de:
    alerta
  6. Não havendo VAC e não sendo recebida nenhuma instrução específica da torre, uma aeronave executando o circuito para pouso, ao fim da perna do vento, deverá:
    voar transversalmente ao eixo da RWY para interceptar a reta final
  7. Os voos de formação de aeronaves civis deverão ser previamente autorizados pelo órgão competente do(a):
    ANAC
  8. A altitude de transição de cada aeródromo será informada nas cartas aeronáuticas:
    IAC e SID
  9. Espaço aéreo controlado é um termo genérico que engloba as classes:
    A, B, C, D, E
  10. A solução de uma investigação de acidente aeronáutico é responsabilidade do(a):
    CENIPA
  11. Em aeródromo desprovido de órgão ATC e VAC, após a decolagem as aeronaves devem:
    curvar a esquerda
  12. Pode-se afirmar que uma aeronave voando no FL 150 não estará sob:
    VFR
  13. O limite vertical superior do espaço aéreo inferior é, (inclusive), o FL:
    245
  14. Um triângulo vazado, sem estar em negrito, encontrado nas cartas aeronáuticas, indica um:
    fixo a pedido
  15. O relatório de investigação, resultante da coleta e da análise dos fatos, dados e circunstâncias relacionadas a um incidente de tráfego aéreo, tem como abreviatura:
    RELIN
  16. Uma aeronave será considerada em manobras em área aeroportuária, quando estiver:
    estiver sendo movimentada ou rebocada
  17. A abreviatura ROTAER é uma publicação aeronáutica designada de:
    manual auxiliar de rotas aéreas
  18. Após a solicitação do controlador de tráfego aéreo para a verificação do funcionamento do equipamento transponder, a sequência a ser executada pelo piloto será:
    STANDBY - NORMAL - CARACTERÍSTICA IDENT
  19. Quando necessário será dada uma autorização ATC para pouso, através de um sinal de luz:
    verde contínua
  20. Em espaços aéreos de classe B, os voos VFR recebem serviço de:
    controle de tráfego aéreo
  21. O voo VFR em espaço aéreo classe G, no FL 095 ou abaixo, terá como limite de velocidade:
    250KT
  22. Uma aeronave em voo na AWY A11 declara emergência e informa que efetuará pouso forçado. Dentro da prestação de serviço do ALRS fica configurada fase de:
    perigo
  23. Um avião homologado para operações VFR, está realizando um voo noturno em uma CTR classe C, as condições meteorológicas tendem a ficarem abaixo da VMC. Dentro do exposto o piloto deverá:
    pousar no aeródromo mais próximo
  24. A autoridade competente para autorizar a realização de uma atividade técnica específica de uma aeronave civil é o(a):
    ANAC
  25. A noite uma aeronave em voo VFR com código SSR 7600, notificará que recebeu as instruções da TWR:
    piscando os faróis de pouso duas vezes
  26. Com objetivo de indicar a trajetória relativa da aeronave, entre o pôr e o nascer do sol, ou em qualquer outro período julgado necessário, todas aeronaves deverão exibir:
    luzes de navegação
  27. Área restrita de número 08, localizada na jurisdição do COMAR IV, será identificada por:
    SBR 408
  28. Durante a noite, o piloto de um avião poderá visualizar sinais luminosos emitidos pela TWR, até o limite de:
    15 km
  29. O relatório final de um acidente ocorrido com aeronave civil, terá em princípio caráter:
    ostensivo
  30. Considerando as condições operacionais ou de segurança, poderão ser utilizados quaisquer aeronaves, sem distinção de propriedade ou nacionalidade, mediante ônus da utilização de aeródromos:
    públicos
  31. A elevação de um determinado aeródromo é de 3800 pés. Um avião a jato no circuito de tráfego está mantendo a altitude de 5300 pés e, recebe da TWR local a sua sequência de pouso. Com base no descrito, pode-se afirmar que a aeronave está na posição crítica de número:
    4
  32. Uma aeronave recebeu autorização para acionar os motores as 09:05Z. A hora limite de acionamento será:
    09:10Z
  33. O sinal de socorro a ser transmitido, através de radiotelefonia, pela aeronave que necessita de ajuda imediata, devido à ameaça de perigo grave e iminente, é:
    MAYDAY
  34. Dentre as alternativas abaixo, uma aeronave poderá ser autorizada a voar VFR especial, quando o voo for realizado:
    com pouso no AD de partida
  35. Um dos fatores contribuintes que conduz a ocorrência de um acidente aeronáutico, classificado na área do fator operacional, denomina-se:
    insuficiente experiência de voo
  36. A aeronave é considerada da nacionalidade do estado em que foi:
    matriculada
  37. A área do aeródromo destinada ao pouso, decolagem e táxi de aeronaves, excluíndo-se os pátios, é a área de:
    manobras
  38. Para proteção de tráfego de aeródromo, é estabelecido no seu entorno um espaço aéreo, que tem como designativo específico:
    ATZ
  39. A organização internacional responsável pela elaboração de normas e métodos, bem como os procedimentos relativos à aviação civil, da qual o Brasil é membro, chama-se:
    ICAO
  40. Uma aeronave voando sob VFR em espaço aéreo classe B, C ou D, deve informar suas posições ao órgão ATS apropriado:
    sobre os pontos de notificação compulsória
  41. A circular de informação aeronáutica tem por abreviatura:
    logo após o pouso
  42. Independente de solicitação do controlador radar, o piloto deverá desligar o equipamento transponder:
    logo após o pouso
  43. Os voos VFR serão efetuados em um nível apropriado à rota, de acordo com a tabela de níveis cruzeiro, quando em relação ao solo ou água forem realizados acima de:
    3000 pés
  44. As pessoas devidamente habilitadas que, exercem função a bordo de uma aeronave, são os:
    tripulantes
  45. Dentro da área de abordagem do fator operacional, a condição que, aliada a outras, em sequência ou como consequência, pode conduzir a ocorrência de um acidente aeronáutico de:
    condições meteorológicas adversas
  46. A determinação a uma aeronave em voo pousar no aeródromo e dirigir-se ao estacionamento, pode ser dada por luz:
    branca intermitente
  47. A abreviatura correspondente ao Serviço de Informação de Voo em aeródromo é:
    AFIS
  48. Os CINDACTA são direta e operacionalmente ligados ao:
    DECEA
  49. No procedimento do plano de voo, quando a aeronave não dispuser de um código ICAO para o tipo (TYP), o piloto deverá indicar no campo correspondente:
    ZZZZ
  50. Em caso de convergência, que não seja de frente, entre duas aeronaves da mesma categoria e no mesmo nível, a que tiver a outra à sua esquerda deverá:
    manter rumo e velocidade
  51. O código 7500, quando selecionado no transponder, indica que a aeronave:
    está sendo objeto de interferência ilícita
  52. Quando aplicável, o menor nível de voo VFR que poderá ser utilizado por uma aeronave que pretenda voar em rota no rumo magnético 115 graus, é o FL:
    035
  53. A pessoa que tiver conhecimento de acidente aeronáutico, ou da existência de destroços de aeronaves, deverá comunicar a autoridade competente:
    pelo meio mais rápido
  54. O lançamento de coisas, de bordo de aeronaves, dependerá de permissão prévia de autoridade aeronáutica competente, a menos que a aeronave esteja:
    em emergência
  55. Ao cumprir instrução dada pela TWR, para que seja tomada a posição crítica número 3, uma aeronave deverá:
    posicionar-se na cabeceira da pista em uso
  56. Entrando em TMA com plano de voo VFR e, não se tenha conseguido contato rádio com o APP e a TWR, a aeronave deverá chamar, na ordem estabelecida o(a):
    TWR, dentro da TMA
  57. O órgão regional, responsável pela proteção ao voo no Brasil, é o(a):
    SRPV
  58. A área perigosa de número 7, localizada na jurisdição do COMAR III, será identificada por:
    SBD 307
  59. Em um circuito de tráfego padrão, a trajetória de voo perpendicular à pista em uso, compreendida entre a perna do vento e a reta final, é denominada:
    perna base
  60. A entidade interministerial composta por representantes de vários segmentos da aviação civil e de vários ministérios, é designada por:
    CNPAA
  61. Os documentos técnicos emitidos pela OACI, com o objetivo de tornar segura e regular a navegação aérea internacional, são o(a)s:
    anexos
  62. O voo VFR em espaço classe "C", no rumo magnético 350 graus, não será permitido caso o(a):
    equipamento rádio com clareza 2
  63. Dentro dos critérios operacionais e dos mínimos meteorológicos de aeródromo, o farol rotativo ABN será ligado no período diurno para indicar que:
    são permitidas operações IFR ou VFR especial
  64. O comandante de uma aeronave exerce a autoridade inerente a sua função, desde o(a):
    sua apresentação até a entrega da aeronave
  65. Pessoa civil ou militar que concluiu um estágio de segurança de voo, ou módulo de prevenção do curso de segurança de voo (CSV), tem como sigla:
    EC
  66. Quando o tráfego o permitir, o APP poderá autorizar o voo VFR especial, desde que as condições de teto e visibilidade sejam, respectivamente, iguais ou superiores a:
    1000 pés e 3000 metros
  67. Nas solicitações de ajustes de velocidade feitas pelo controlador, durante uma vetoração radar, espera-se que os pilotos mantenham a velocidade solicitada, sendo admissível uma variação de até:
    10KT
  68. Para o plano de voo AFIL, o item hora do formulário do plano de voo, deverá ser preenchido com a hora:
    real de decolagem
  69. Antes de iniciar um voo, o piloto em comando de uma aeronave deve ter ciência de todas as informações necessárias:
    ao planejamento do voo
  70. Dentre as alternativas abaixo, as siglas que indicam marcas de nacionalidade das aeronaves civis brasileiras, são:
    PP ou PT
  71. O nível mínimo de uma aerovia do espaço aéreo inferior é:
    o estabelecido pelo DECEA e indicado nas ERC
  72. Quando houver um sinal visual para instruir as aeronaves, no sentido de que devem pousar, decolar e taxiar pistas pavimentadas ou compactadas será observado na área de sinalização:
    um halter branco
  73. O Código Brasileiro de Aeronáutica, classifica as aeronaves civis em:
    públicas e privadas
  74. O documento formal resultante da coleta e da análise de fatos, dados e circunstâncias relacionadas a uma ocorrência de solo, têm como abreviatura:
    RELOS
  75. Uma aeronave em aproximação para pouso, em um aeródromo cuja elevação é de 2369 pés, QNH 1014.5 hPa, altitude de transição de 6000 pés e sendo 6500 pés o nível de transição, o piloto deverá ajustar o altímetro com o valor do QNH, ao passar pelo:
    FL 065
  76. A coordenação do serviço de busca e salvamento, é normalmente realizada por um:
    RCC
  77. Um plano de voo completo, deverá ser preenchido quando se pretenda voar VFR em:
    ROTA
  78. O procedimento a ser executado, quando duas aeronaves se aproximam de frente, e haja perigo de colisão, é:
    ambas alterarem seus rumos para a direita
  79. Quando uma aeronave precisar de tratamento especial, devido transportar enfermo, deverá indicar no item apropriado do plano de voo (18):
    STS
  80. Em espaços aéreos classe F, os voos VFR recebem o serviço de:
    informação de voo
  81. Havendo pena de suspensão, a mesma será aplicada por um período de até:
    cento e oitenta dias
  82. Dentre as aeronaves citadas abaixo, assinale a que tem prioridade na sequência para pouso:

    A) planador na final
    B) helicóptero transportando enfermo
    C) jato militar em operação de guerra
    D) avião em emergência
    D) avião em emergência
    (this multiple choice question has been scrambled)
  83. O objetivo principal das investigações de acidentes aeronáuticos é:
    prevenção de acidentes
  84. O serviço de controle de aeródromo, aproximação e área é designado por:
    ATC
  85. Quando em voo VFR entre AD providos de órgãos ATS, a aeronave que pousar em outro AD que não o de destino, o piloto deverá transmitir a informação de chegada por qualquer meio de comunicação disponível ao órgão mais próximo. A identificação da aeronave deverá ser completada com:
    os aeródromos de decolagem, destino, pouso e a hora de chegada
  86. O maior nível de voo VFR a ser utilizado por uma aeronave que pretenda voar em rota, fora da AWY e no rumo magnético 065 hraus, é o FL:
    135
  87. O órgão regional responsável pela fiscalização do cumprimento das normas relativas à aviação civil no Brasil, é o(a):
    GER
  88. Em caso de interceptação de uma aeronave, salvo instruções em contrário do órgão ATS apropriado, o piloto deverá imediatamente acionar o código transponder:
    7700
  89. Quando duas aeronaves de mesma categoria aproximarem-se com proas convergentes, aproximadamente no mesmo nível, a aeronave:
    da direita terá direito de passagem
  90. Em espaço aéreo controlado, TMA classe A, os voos VFR:
    não podem ser realizados
  91. Uma ocorrência anormal que sobrevindo a uma aeronave, (tal como vazamento de combustível), da qual resultou em danos pessoais e ou materiais, caracteriza um:
    acidente aeronáutico
  92. No preenchimento do formulário do plano de voo, quando no aeródromo de partida não houver o indicador de localidade (ZZZZ), no item 18, o nome do aeródromo deverá ser precedido da abreviatura:
    DEP
  93. Os aeródromos civis são classificados em:
    públicos e privados
  94. Havendo em uma TWR as posições abaixo citadas: antes da partida o piloto deverá estabelecer contato rádio com o(a):
    autorização de tráfego
  95. Dentre os órgãos citados abaixo, o que tem competência a nível regional para autorizar e estabelecer as condições relativas ao tráfego aéreo, para voos de lançamento de objetos, é o:
    CINDACTA
  96. As aeronaves em voo VFR dentro de TMA classe C ou D, deverão ter seus altímetros ajustados em 1013.2 hPa, quando em voo:
    acima do nível de transição
  97. A responsabilidade de certificar-se das condições operacionais dos auxílios rádio e luminosos dos aeródromos envolvidos na operação pretendida, é do(a):
    piloto em comando
  98. Para decidir sobre as operações de pouso ou decolagem, quando as condições do vento forem desfavoráveis, os parâmetros a serem considerados pelo piloto serão:
    performance da aeronave e comprimento da pista
  99. Cada mensagem ATIS será identificada por designador representado por um(a):
    letra do alfabeto
  100. Antes de partir para um voo local VFR, o piloto de uma aeronave pousada em um aeródromo que possui todos os órgãos ATS/AIS deve apresentar um plano de voo:
    simplificado

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